‘DEUS EM TI’ – Pentagrama. Poema de Hilarion.
“Citarei a verdade onde a encontrar”.
(Richard Bach)
‘Olhos de Hórus’
‘O Portal aos Mistérios’
Desvelando Mistérios da Vida
P e n t a g r a m a !
Símbolo do milagre de minha última revelação,
Antes da grande oni-transformação,
Pentagrama – eu te saúdo!
Tu és para mim, ó Estrela de cinco pontas,
O símbolo de meu a u t o d e s p e r t a r…
E da hora de minha redenção que se aproxima,
Pois, o Deus em mim nasce flamejante!…
Ó Estrela de cinco pontas,
Símbolo protetor do Eterno em mim,
Que banes as forças inferiores em minha alma,
E me liberta: Irradia em mim!
Mágica imagem do homem cósmico – Pentalfa:
Teu centro quíntuplo é a Pátria de minha Alma…
“O longínquo Oriente”,
De onde “provém a luz” que me ilumina,
E desperta em mim o Espírito flamejante,
Para a unificação com o Divino…
Irradia para o Alto, ó símbolo da Luz,
Até te transformares na P i r â m i d e -
E libertares em mim o Deus adormecido!…
Sou ainda uma Esfinge –
Transformada apenas pela metade…
Um centauro. . . metade animal, metade deus!
Ainda assim, o “símbolo do Filho do homem”,
Com maior fulgor, irradia em meu coração…
E mais fulgurante, da estrela quíntupla irradia -
Os raios que anunciam o inflamar de Deus no meu microcosmo!
Eu te invoco, ó Estrela flamejante, a inflamar o meu coração,
E nele despertar o Cristo que tu anuncias!
Imagem genuína do voltar-se a Deus e da ressurreição,
De o meu inflamar e harmonizar em Deus!
– Cumpra o meu Destino!…
Pois Deus quer despertar em mim! –
Salve, ó misteriosa Estrela-Esfinge,
Cujos braços se estendem para o Infinito,
Em busca do Incomensurável Único!
Salve, ó Símbolo-Esfinge,
Que me desvendas o meu próprio segredo:
A Esfinge em mim – o “Deus Desconhecido”…
E das minhas profundezas se eleva o Espírito-Deus,
E brilha em quíntuplo fulgor para o Alto,
Acima dos mares de minha alma!…
Só para quem ainda não te consegue reconhecer,
Tu és um segredo, um enigma não desvendado…
Para os meus olhos repletos de Divindade,
A tua imutável inércia tornou-se ativa e vivente… Vida!
E meu coração reconheceu o teu sentido mais profundo.
Agora meu coração sabe, que também tu,
Assim como todos os símbolos sagrados,
São apenas um dos “Nomes ocultos de Deus”…
Nenhuma luz de fora me iluminou…
E unicamente o meu amor por ti, Pentalfa,
Acendeu a Luz em mim,
Transformando toda treva em pleno Conhecimento!…
O meu amor a ti, ó Esfinge,
Que eternamente te manifestas de novo,
Tornou-se o despertar para a tua Vida interior,
E cognição do mais profundo mistério do meu Ser –
Eu te desvendo, ó Esfinge, eternamente indagadora,
Que abrigas no teu Ser a Sabedoria-final de todos os Mistérios!
Eu me volto para o Abismo-Luz do teu coração…
E ouço o suave sussurro de tua Eterna Revelação:
“Eu Sou aquele que, consciente, sempre de novo retorna!”
- “Eu Sou, aquele que era, que é, e que de novo será!”
[Extraído de 'Der Gott in Dir' ('O Deus em Ti'), vol. 7. Hilarion]
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