‘PRÓLOGO’ – O Evangelho dos Doze Santos (Apócrifo).
julho 7th, 2007 as 6:11 pm (Evangelho apócrifo)
“Citarei a verdade onde a encontrar”.
(Richard Bach)
‘O Portal aos Mistérios’
‘Olho de Hórus’
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“No princípio era a Lei, e a Lei estava com Deus, e a Lei era Deus”. ‘O Evangelho Essênio da Paz’, p.136. Pensamento. 2003.
(*) O ‘Prólogo’ de “O Evangelho dos Doze Santos’, corresponde ao Evangelho de João cap. 1, que sofreu adaptações doutrinárias na Vulgata. A história deste apócrifo aramaico, preservado há séculos na Índia, está no final do texto, em: ‘Comentário Informativo’. [®].
PRÓLOGO – Intróito
“ Em Nome do Todo-Santificado. Amém”.
“Aqui começa ‘O Evangelho da Vida Perfeita de Jesus-Maria, o Cristo, filho de Davi através de José e Maria segundo a carne, e Filho de Deus através do Amor e Sabedoria divinos, segundo o Espírito”.
‘Prólogo’
Pelos séculos dos séculos é o pensamento eterno, e o pensamento é a palavra, e a palavra é a ação, e estes três são um só na Lei eterna, e a Lei está em Deus, e a Lei provém de Deus.
Todas as coisas foram criadas pela Lei, e sem ela nada do que existe foi criado.
Na palavra estão a vida e a substância, o fogo e a luz. O amor e a sabedoria são um só para a salvação de todos.
E a Luz brilha nas trevas e as trevas não a ocultam.
A palavra é o único fogo doador da vida que, ao brilhar no mundo, torna-se o fogo e a luz de toda alma que vem ao mundo.
Estou no mundo, e o mundo está em Mim, e o mundo não o sabe. Venho para a minha própria casa, e meus amigos não Me recebem.
Mas a todos quantos Me recebem, a eles é dado o poder de se tornarem filhos e filhas de Deus, o que também é concedido aos que crêem no santo nome, os nascidos não da vontade da carne e do sangue, mas de Deus.
“E a palavra tornou-se carne e habita em nós, cuja glória cheia de graça contemplamos. Vede a bondade, e a verdade e a beleza de Deus!” [☼]
(Cf. PRÓLOGO. ‘O Evangelho dos Doze Santos’. Editora Rosacruz-Áurea. 1985).
Comentário Informativo: Antigas predições diziam que no final dos tempos tudo seria revelado. E de fato velhos manuscritos do Cristianismo original, que escaparam da destruição, enterrados em vasos nas grutas ao redor do Mar Morto (ao que parece pelos cristãos essênios); escondidos no Egito em Nag Hammadi pelos coptas, ou levados para a Índia, por essênios, vieram à luz no século XX.
Segundo a obra ‘Das Evangelium des Volkommenen Lebens’ (1953) – ‘O Evangelho da Vida Perfeita, na versão alemã -, ‘O Evangelho dos Doze Santos’ procede de um antigo manuscrito aramaico escondido há séculos num mosteiro budista na Índia, a pedido de um cristão essênio, para resguardá-lo das perseguições e destruição. Só deveria ser entregue a um conhecedor da língua aramaica, que lhes seria enviado por Deus para divulgá-lo… Em 1881 viajou à Índia o Rev. G. J. Ouseley, estudioso do aramaicos e um dos monges entregou-lhe o manuscrito. Reconhecendo nele ensinos inéditos de Jesus – extirpados do Novo Testamento nos Concílios de 325 e 553 d.C. -, publicou-o em inglês no ano de 1902.
Campos de Raphael